segunda-feira, 27 de junho de 2011

Eficiência e Eficácia





1) EFICIÊNCIA: fazer certo, é a atividade que se faz.

2) EFICÁCIA
: a coisa certa, o resultado, o objetivo, é a missão.

As diferenças entre esses dois conceitos podem até parecer sutis, mas realmente são extremamente importantes. Para Peter Drucker: eficiência é fazer certo as coisas, eficácia são as coisas certas.  Novos conceitos são importantes para a modernização e desenvolvimento dos negócios, mas de nada adianta se não praticamos e entendemos os antigos. 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Responsabilidade social ainda não decide compra

 
Segundo estudos realizados recentemente sobre a responsabilidade social das empresas  e a percepção do consumidor brasileiro, os relatos das entrevistas realizadas com mais de 800 brasileiros demonstraram que há uma estabilidade no interesse de consumidores por responsabilidade social, mas ainda não há uma correlação direta com a decisão de compra.
 No entanto, as empresas devem ficar alertas à mudança de paradigma, que é um fator forte na opinião de mais de 50%  de consumidores que atribuem as empresas por responsabilidade pelo desenvolvimento social.
Enfim, a tendência natural é que as empresas diferenciem cada vez mais seus produtos e serviços com esse relacionamento de empresas com a sociedade. E isso sim é que deve ser chamado de responsabilidade social.

Trabalho realizado em sala de aula, na disciplina de Gestão da Qualidade,
sob a orientação do professor Victor Hugo de Castro.
ADM-6

terça-feira, 24 de maio de 2011

Competitividade responsável interessa a todos nós

Ricardo Voltolini


Competitividade responsável, trata-se de um tipo de competitividade que privilegia o desenvolvimento sustentável, partindo da premissa de que, cada vez mais, os mercados globais recompensarão os modelos de negócio com melhores resultados sociais, ambientais e econômicos. Competitividade lembra mercado e este nos remete à noção de lucro. Logo, competitividade responsável é idéia que deriva de uma nova compreensão, por parte dos mercados de que o padrão atual do lucro.  Sem sociedades sustentáveis, os mercados se tornam ilegítimos e enfraquecem.
     Para os idealizadores da competitividade responsável, os atuais dilemas sociais como a pobreza, e ambientais, como as mudanças climáticas, representam, mais do que um risco, uma fonte de oportunidades para criação de valor econômico. Sintetizam um novo campo de possibilidades para os negócios que nascerá da capacidade empresarial de inovar em produtos e processos aliada à firmeza de governos na tarefa de criar regulamentações adequadas e encorajar novas formas de colaboração intersetorial.
Em muitos países os governos ainda não se deram conta da importância estratégica da competitividade responsável, muitas corporações seguem apegadas a certos modelos de negócios e a sociedade civil não se percebeu o quanto esse conceito pode gerar oportunidades de valor não só para empresas, mas, também pra consumidores e comunidades. Há, portanto, muito trabalho para fazer.

Fonte: www.ecoterrabrasil.com.br, acesso em 23/05/2011.

Evolução empresarial a partir da implantação de uma ferramenta estratégica na gestão de pessoas

  
Renata Grabovski e Renata Lima
Acadêmicas do 6º Período - 1º semestre 2011.


Com as mudanças ocorridas, facilidade e agilidade na comunicação, informações mais acessíveis e o aumento do uso de tecnologia, exige que os administradores sejam flexíveis e tenham uma adaptabilidade muito grande. Para isso é preciso ter conhecimento compatível com essas mudanças e ter ferramentas que possibilitem a tomada de decisão para garantir a permanência no mercado. Mesmo sabendo das necessidades para alcançar o sucesso, as empresas tem dificuldade em avaliar se realmente é necessário implantar ferramentas estratégicas e quais são seus benefícios.
As pessoas não acreditam muito nessas vantagens, porque além do grau de dificuldade, exige muita dedicação, persistência e os resultados nem sempre são os esperados. Mas mesmo assim os administradores necessitam de ferramentas que os auxiliem em suas tarefas e que possam torná-las mais eficientes e que proporcionem bons rendimentos. Neste caso deve-se ressaltar que é necessário avaliar e analisar qual é a real necessidade e implantar aquelas que possam suprir e solucionar problemas detectados.
Com as constantes mudanças, mudam também a cultura, costumes, crenças e as empresas sofrem diretamente esse impacto. Eis então o novo desafio da moderna gestão de recursos humanos, lidar com essas diferenças.
Assim apresentamos o seguinte questionamento: Por que algumas organizações são resistentes na implantação de instrumentos importantes utilizados como auxílio na tomada de decisões? De uma forma geral nota-se que por mais que haja dificuldade na implantação das ferramentas é realmente necessário para que os objetivos sejam alcançados e que consigam permanecer no mercado mesmo com a alta competitividade. Esses instrumentos tem como principal função fazer com os processos sejam feitos de forma mais eficaz.  A organização passa por diversas situações onde correm riscos, mas, para que os objetivos sejam alcançados é preciso ter metas estabelecidas e estratégias traçadas.

Trabalho apresentado à disciplina de Recursos Humanos II,
sob orientação da Prof. Adm. Isabela Marins Braga.

Empresa Serrote ou Escada?

Rômulo Gutierrez


As mudanças são cada vez mais importantes nas organizações. Entender as demandas de mercado e implantar as mudanças tem se tornado um dos fatores mais importantes para o sucesso organizacional.

Mudanças ... Afligem, aterrorizam e descontrolam. Por outro lado fascinam, iludem e despertam um dos mais belos sentimentos nos seres humanos: Os sonhos.

Fato é que vivemos uma intensa relação de amor e ódio com as mudanças, pois sabemos que estas sempre nos trazem aprendizagens importantes para toda vida, entretanto deixam marcas profundas, sendo geradoras de uma sensação de perda muitas vezes indescritível.

As organizações "Serrote" são aquelas que compreendem a necessidade de implementar algumas mudanças que o mercado exige. Após esta compreensão passam a agir na implantação do "novo" em suas rotinas de trabalho, entretanto não são capazes de sustentar as mudanças e regridem para o "velho".


Já as organizações "Escada" são aquelas que detêm a competência de completar o ciclo das mudanças. Compreendem a exigência do mercado, iniciam um plano de mudanças para acompanhar tais demandas, lutam contra as dificuldades que toda mudança provem, e com muito sacrifício conseguem subir mais um degrau rumo ao sucesso.


E sua empresa em qual categoria está? Naquelas que sempre compreendem a necessidade de mudar, até iniciam um plano de mudanças, mas nunca terminam o ciclo, vai e volta e nunca sai do lugar? Ou no grupo de empresas que enfrenta todas as dificuldades oriundas das mudanças, mas terminam este processo com êxito, subindo degrau a degrau?

Seja ESCADA! O conselho é nosso, mas a escolha é sua!



Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/empresa-serrote-ou-empresa-escada/55271/, acesso em 23/05/2011.

Ética e responsabilidade social das empresas

Vitor Bonini Toniello

  
Para atrair os consumidores, as empresas, cada vez mais, procuram agregar valores aos seus produtos e/ou serviços, como forma de criar diferenciais competitivos e alcançar maiores fatias no mercado.
Atualmente, entretanto, muitas empresas estão associando os valores éticos às suas marcas. Não que a ética estivesse ausente no ambiente empresarial, mas é inegável que sempre ocupou uma posição secundária, em razão, sobretudo, do sistema capitalista.
No entanto, a globalização e a competitividade desmascararam essa idéia. As empresas, com maior freqüência, investem em valores éticos, os quais, associados à diversas ferramentas de marketing, podem agregar bastante valor à marca e, com isso, alcançar resultados muito satisfatórios.
Certamente, o valor ético que mais vem sendo associado às marcas das empresas, como forma de criar um diferencial competitivo, é o desenvolvimento de programas de responsabilidade social.
Mas afinal, o que é a responsabilidade social?
O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social traz o seguinte conceito:
"Responsabilidade social empresarial é uma forma de conduzir os negócios que torna a empresa parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social. A empresa socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses das diferentes partes (acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade, Governo e meio ambiente) e conseguir incorporá-los ao planejamento de suas atividades, buscando atender às demandas de todos, não apenas dos acionistas ou proprietários".
De maneira bem simples, pode-se dizer que "empresa socialmente responsável" é aquela que tem os interesses da comunidade incorporados em seus negócios.
No mesmo sentido, importa dizer que os programas de responsabilidade social não podem ser confundidos, em momento algum, com filantropia. Filantropia nada mais é que um simples "auxílio" da empresa em prol da comunidade. Representa uma ação externa e altruísta da empresa em virtude de algum valor humanitário, sendo utilizada, muitas vezes, de forma esporádica.
A Responsabilidade social, por sua vez, está direcionada para os negócios da empresa, que, culturalmente desenvolve seus planejamentos e traça seus objetivos buscando atender aos interesses dos acionistas, clientes, fornecedores, funcionários, ou seja, todos aqueles que se relacionam, direto ou indiretamente, com os negócios da organização.
Pode-se ressaltar, ainda, que empresas socialmente responsáveis possuem uma longevidade maior no mercado, além de conseguirem, com maior facilidade, recrutar e manter talentos.
É importante ressaltar que, para que haja um retorno sólido dos investimentos, a realização de programas de responsabilidade social deve ser uma prática inserida na cultura da organização, com a inserção dos valores éticos na missão da empresa. É também essencial que tais valores sejam devidamente transmitidos aos funcionários para que a cultura seja difundida e a organização sofra um processo de valorização e admiração internas.


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